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Em julho de 1571, o castelo foi cercado porque o administrador ainda apoiava
Mary, Queen of the Scots, que estava aprisionada em Londres. O cerco durou até
maio de 1573 quando 20 poderosos canhões emprestados pela rainha da Inglaterra Elizabeth I
bombardearam o castelo por 20 dias.
O rei Charles I ficou brevemente no castelo em 1633 e foi o último monarca a fazê-lo.
Em 1650, o suporte escocês para a reivindicação de Charles II ao trono escocês
viu o castelo servindo como quartel-general para o exército parlamentarista de Cromwell.
Em 1715 os Jacobitas quase capturaram o castelo, escalando o rochedo, como os homens de
Robert the Bruce haviam feito 401 anos antes. Em 1745, embora o exército do Príncipe
Bonnie Charlie tenha tomado a cidade, eles não tinham armas pesadas e o castelo resistiu
facilmente.
Embora o castelo não tenha visto ação desde 1745, muitas fortificações foram feitas
durante a última grande ameaça militar: Napoleão. As obras terminaram em 1799.
Já em 1818 o potencial do castelo como uma atração turística começou a ser explorado
por Sir Walter Scott. Foi ele quem descobriu as jóias da coroa escocesa que
estavam enterradas no castelo desde 1707. As jóias ainda permanecem lá, em exposição.
Várias melhorias e restaurações ocorreram entre os anos de 1888 e 1891.
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